terça-feira, 29 de maio de 2012

Capitulo 5/ Página 25


Quando olhei na mesa havia alguns parecendo que tinham sido separados por alguém, cheguei perto e comecei a ver sobre o que eram todos eram sobre Lobisomens e Vampiros como nos meu sonho.
Os livros estavam marcados com marcadores delicados, comecei a ler as paginas marcadas. O primeiro estava marcado em uma página sobre guerras de vampiros VS lobisomens.
A outra estava marcada em uma página de cura para lobisomens, outra estava marcada em curas para vampiros, outra estava marcada em uma página sobre amores impossíveis e percebi que nesse último livro estava faltando uma página. Quando olhei pro chão vi que tinha um papel amassado, estava velho, empoeirado (Afinal pela data da pintura aquele papel estava ali há pelo menos uns 123 anos).  Pergunto-me como aquelas coisas ainda estavam quase intactas.
Abri a página amassada e era a parte que falava sobre o amor impossível entre Vampiros e Lobisomens.
Como é que pode ter tantas coisas sobre vampiros e lobisomens, marcados por uma mesma pessoa e pelo marcador era uma mulher delicada e jovem.
Aquilo me deixou perturbada, sai dali com uma sensação de que aquele conflito de amor impossível iria mudar minha vida.
Quando cheguei em casa comecei a pensar e algo me veio a cabeça, uma coisa absurda e quase impossível.
Fui em direção ao quarto de minha mãe e minha vó estava lá.
-Mãe eu uma vez ouvi uma conversa sua e da minha vó sobre alguma coisa que eu tenho que saber, e outra conversa de vocês e do meu pai pelo mesmo motivo. Eu queria dizer que eu já sei de tudo.  Eu e o Felipe achamos uma mansão ou um castelo perdido sei lá, muito bonito e numa sala trancada... sala esta que foi aberta pelo meu colar, colar que passou por todas as gerações desde minha Tataravó isso a mais ou menos 123 anos atrás.
Dentro dessa sala tem uma pintura de um casal. E a data é de mais ou menos 123 anos atrás. Porque será né?! Entrei em uma biblioteca que só tinha coisas sobre vampiros e lobisomens, então quando cheguei aqui comecei a ligar um ponto no outro. E olha que ironia o nome da moça da pintura é Nora Dalstrin. E ele eu não sei só tem escrito Carlos o sobrenome tava rasgado. Quero minhas respostas agora. Quem vai me contar?
-Eu conto filha. Essa história é verdadeira! Liga pro seu namorado e manda ele vir pra cá.
Eu liguei e ele chegou.

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